Review: Rurouni Kenshin (Live action)

Mais uma vez eu trago pra vocês a review de uma série de filmes Live action que deu certo.
Vamos falar um pouquinho sobre a trilogia de sucesso de Rurouni Kenshin.

Sinopse: Durante 10 anos Kenshin vagou pelo Japão até encontrar abrigo no Dojo Kamiya, onde a jovem Kaoru Kamiya lecionava kendo no estilo Kamiya Kashin (Espada para a Vida). A errante caminhada do jovem ronin tinha um propósito: A expiação pelas inúmeras mortes que causara durante o Bakumatsu (fim do bakufu/shogunato) quando era um hitokiri (assassino retalhador) a serviço da Ishin Shishi (monarquistas que desejavam a restauração do governo para as mãos do imperador) do feudo de Choushuu. Nessa época, Kenshin ficou conhecido como “Hitokiri Battousai” (人斬り抜刀斎 – Battousai, o retalhador) por sua grande habilidade com o Battoujutsu. Mesmo com a vitória dos monarquistas que culminou na derrubada do Xogunato Tokugawa, dando origem a Era Meiji, Kenshin, arrependido pelas inúmeras vidas que tirou, decide nunca mais matar. Mesmo terminando sua longa jornada, o ex-hitokiri terá de brandir novamente sua Sakabatō (espada de gume invertido) para enfrentar novos e velhos inimigos.

O primeiro filme da adaptação para Live action foi lançado em 2012, contando com 2 horas e 14 minutos de duração.
Sua trilha sonora e a atuação dos atores foram de extrema importância para o sucesso da obra. O sucesso foi tão grande que a Netflix disponibilizou todos os filmes para o deleite dos fãs.

A trilogia feita resume bem o princípio que a obra trata e especialmente nos dois últimos filmes, temos muito bem retratado os vilões da história original como o Makoto Shishio e o Soijiro Seta.

Em geral, eu recomendo muito essa sequência de filmes, pois, como falei anteriormente, eles resumem muito bem o que a obra quer passar, e esperamos que adaptem também um curta live-action da Sakabatou de Yahiko, porque seria bastante interessante.
Espero que vocês gostem.